quinta-feira, 13 de novembro de 2008
sábado, 1 de novembro de 2008
Olhando assim de repente...
Diria que este gajo parece de uma outra classe de políticos.
Se fosse Estadunidense, era nele que votava. Ou então no Jon Stewart...
Se fosse Estadunidense, era nele que votava. Ou então no Jon Stewart...
terça-feira, 30 de setembro de 2008
E para o post número 100
Porque não me apetece escrever nada, fica o Marvin
P.S.: Semana importante para mim... Se alguém for a Fátima ou local de peregrinação similar, é favor acender uma velinha. E pedir a Nossa Senhora que a Euribor comece a descer...
UPDATE - Afinal, e olhando ali para o lado, este é o post 97... Bandidos dos Drafts levaram a que o Blogger me levasse ao erro. Fica a intenção.
P.S.: Semana importante para mim... Se alguém for a Fátima ou local de peregrinação similar, é favor acender uma velinha. E pedir a Nossa Senhora que a Euribor comece a descer...
UPDATE - Afinal, e olhando ali para o lado, este é o post 97... Bandidos dos Drafts levaram a que o Blogger me levasse ao erro. Fica a intenção.
terça-feira, 9 de setembro de 2008
Mau...
Estava mesmo agora, muito bem a ver umas músicas na iTunes Store, quando olho para uma música chamada "Twenty-Six Years".
Pensei - "olha aqui está uma música porreira para mim que tenho 26... espera ai eu acho que tenho 26... mas tenho 26 ou 25... Estamos em que ano?..."
Passados 15 segundos de raciocínio, em que não soube bem a idade que tinha, acho que vou deixar de chamar distraídos aos que têm que fazer contas à idade, cada vez que são confrontados com um - "quantos anos tens?"
E sim, é uma sensação que assusta.
Pensei - "olha aqui está uma música porreira para mim que tenho 26... espera ai eu acho que tenho 26... mas tenho 26 ou 25... Estamos em que ano?..."
Passados 15 segundos de raciocínio, em que não soube bem a idade que tinha, acho que vou deixar de chamar distraídos aos que têm que fazer contas à idade, cada vez que são confrontados com um - "quantos anos tens?"
E sim, é uma sensação que assusta.
terça-feira, 26 de agosto de 2008
Deixem-me só que partilhe
AHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! (Isto ao vivo e com som é mais intenso... fica a ideia...)
Porra. E porra. Estou cada vez mais tonto desta cabeça e não consigo descansar nem produzir em condições.
O saudosismo começa a ser patológico, o que mostra uma grande lucidez...
Não sei se há nome para isto, mas o que eu queria mesmo era um dia sem preocupações. Só um. E pode um qualquer. Até o dia de S. Nunca. Mas todo, não apenas de tarde.
Porra. E porra. Estou cada vez mais tonto desta cabeça e não consigo descansar nem produzir em condições.
O saudosismo começa a ser patológico, o que mostra uma grande lucidez...
Não sei se há nome para isto, mas o que eu queria mesmo era um dia sem preocupações. Só um. E pode um qualquer. Até o dia de S. Nunca. Mas todo, não apenas de tarde.
domingo, 24 de agosto de 2008
Já lá vão uns meses...

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Desde que comecei a comprar esta revista. Tenho quase, quase todas... Incluindo a 1ª e 2ª edição do número 1.
Hoje estive em arrumações e deu-me para ordenar a coisa. Vão ficar para mim, e para quem quiser recordar, a partir de 2001, que carros estavam em voga, que roupa se usava e, claro, que miúdas marcavam a época.
Um testemunho do tempo.
terça-feira, 19 de agosto de 2008
Ideias
Como as deste Senhor, pouca gente tem. Grande entrevista. Porque a reflexão sobre coisas simples pode ser profunda.
quinta-feira, 7 de agosto de 2008
E agora!
Um prémio para quem se lembrar desta série! Andava a dar voltas no you tube, e dei com isto. Devia dar por volta de 1989/90. Remember anyone?
terça-feira, 22 de julho de 2008
Insónias...
Não estou para dormir. E resolvi ir buscar caixas de coisas antigas para as (re)lembrar. Como estamos na era do digital, uma dessas coisas antigas foram as músicas que tinha no computador, por volta de 2005 (se não me falha muito a memória).
Ouvi, relembrei, revivi. E aqui fica uma que me traz mais ou menos este quadro: - Praia da Vieira, leitor de mp3 do meu irmão, tempo farrusco, um biquíni azul (não meu, obviamente), e um misto de sentimentos, entre o "tirem-me deste filme" e o "isto está a melhorar". E o habitual cheiro a creme hidratante e bronzeador.
Para provar que alguns momentos menos bons, se transformam em recordações carinhosas.
Ouvi, relembrei, revivi. E aqui fica uma que me traz mais ou menos este quadro: - Praia da Vieira, leitor de mp3 do meu irmão, tempo farrusco, um biquíni azul (não meu, obviamente), e um misto de sentimentos, entre o "tirem-me deste filme" e o "isto está a melhorar". E o habitual cheiro a creme hidratante e bronzeador.
Para provar que alguns momentos menos bons, se transformam em recordações carinhosas.
quarta-feira, 9 de julho de 2008
terça-feira, 8 de julho de 2008
Apesar de tudo...
Sou um tipo com sorte. Nem que seja por conseguir apreciar os bons momentos que tenho. Especialmente (e cada vez mais) os simples.
Happiness
More or less
It's just a change in me
Something in my liberty
Oh, my, my
Happiness
Coming and going
I watch you look at me
Watch my fever growing
I know just where I am
But how many corners do I have to turn?
How many times do I have to learn
All the love I have is in my mind?
But I'm a lucky man
With fire in my hands
Happiness
Something in my own place
I'm stood here naked
Smiling, I feel no disgrace
With who I am
Happiness
Coming and going
I watch you look at me
Watch my fever growing
I know just who I am
But how many corners do I have to turn?
How many times do I have to learn
All the love I have is in my mind?
I hope you understand
I hope you understand
Gotta love that'll never die
Happiness
More or less
It's just a change in me
Something in my liberty
Happiness
Coming and going
I watch you look at me
Watch my fever growing
I know
Oh, my, my
Oh, my, my
Oh, my, my
Oh, my, my
Gotta love that'll never die
Gotta love that'll never die
No, no
I'm a lucky man
It's just a change in me
Something in my liberty
It's just a change in me
Something in my liberty
It's just a change in me
Something in my liberty
Oh, my, my
Oh, my, my
It's just a change in me
Something in my liberty
Oh, my, my
Oh, my, my
The Verve - Lucky man
Nota: Mais uma da década de 90 (1997). Qualidade ou saudosismo meu?...
Happiness
More or less
It's just a change in me
Something in my liberty
Oh, my, my
Happiness
Coming and going
I watch you look at me
Watch my fever growing
I know just where I am
But how many corners do I have to turn?
How many times do I have to learn
All the love I have is in my mind?
But I'm a lucky man
With fire in my hands
Happiness
Something in my own place
I'm stood here naked
Smiling, I feel no disgrace
With who I am
Happiness
Coming and going
I watch you look at me
Watch my fever growing
I know just who I am
But how many corners do I have to turn?
How many times do I have to learn
All the love I have is in my mind?
I hope you understand
I hope you understand
Gotta love that'll never die
Happiness
More or less
It's just a change in me
Something in my liberty
Happiness
Coming and going
I watch you look at me
Watch my fever growing
I know
Oh, my, my
Oh, my, my
Oh, my, my
Oh, my, my
Gotta love that'll never die
Gotta love that'll never die
No, no
I'm a lucky man
It's just a change in me
Something in my liberty
It's just a change in me
Something in my liberty
It's just a change in me
Something in my liberty
Oh, my, my
Oh, my, my
It's just a change in me
Something in my liberty
Oh, my, my
Oh, my, my
The Verve - Lucky man
Nota: Mais uma da década de 90 (1997). Qualidade ou saudosismo meu?...
quinta-feira, 3 de julho de 2008
Bom, bom, bom
Era que hoje fosse dia 3, mas de Junho... E de preferência de 2002.
Não é por nada de mais, só porque preciso de horas que não tenho e sempre gostei de anos capicuas. E porque na altura não tinha 1/10 dos stresses que me ocupam o tempo e gastam a vida.
Não é por nada de mais, só porque preciso de horas que não tenho e sempre gostei de anos capicuas. E porque na altura não tinha 1/10 dos stresses que me ocupam o tempo e gastam a vida.
quinta-feira, 26 de junho de 2008
Restolho
Concerto da Mafalda Veiga em Évora. Giro, muito giro. Até que lá vem a música que me faz (ainda) tremer os joelhos... Como me lembro do sol, da hora, do local, do momento em que recebi uma mensagem com a parte final do refrão desta música.
Que saudade, mas acima de tudo, que carinho guardo desses momentos. Só ainda não consegui encontrar nada que, novamente, me faça entregar alucinadamente e me aumente o coração.
Geme o restolho, triste e solitário
a embalar a noite escura e fria
e a perder-se no olhar da ventania
que canta ao tom do velho campanário
Geme o restolho, preso de saudade
esquecido, enlouquecido, dominado
escondido entre as sombras do montado
sem forças e sem cor e sem vontade
Geme o restolho, a transpirar de chuva
nos campos que a ceifeira mutilou
dormindo em velhos sonhos que sonhou
na alma a mágoa enorme, intensa, aguda
Mas é preciso morrer e nascer de novo
semear no pó e voltar a colher
há que ser trigo, depois ser restolho
há que penar para aprender a viver
e a vida não é existir sem mais nada
a vida não é dia sim, dia não
é feita em cada entrega alucinada
prá receber daquilo que aumenta o coração
Geme o restolho, a transpirar de chuva
nos campos que a ceifeira mutilou
dormindo em velhos sonhos que sonhou
na alma a mágoa enorme, intensa, aguda
Mas é preciso morrer e nascer de novo
semear no pó e voltar a colher
há que ser trigo, depois ser restolho
há que penar para aprender a viver
e a vida não é existir sem mais nada
a vida não é dia sim, dia não
é feita em cada entrega alucinada
prá receber daquilo que aumenta o coração
Que saudade, mas acima de tudo, que carinho guardo desses momentos. Só ainda não consegui encontrar nada que, novamente, me faça entregar alucinadamente e me aumente o coração.
Geme o restolho, triste e solitário
a embalar a noite escura e fria
e a perder-se no olhar da ventania
que canta ao tom do velho campanário
Geme o restolho, preso de saudade
esquecido, enlouquecido, dominado
escondido entre as sombras do montado
sem forças e sem cor e sem vontade
Geme o restolho, a transpirar de chuva
nos campos que a ceifeira mutilou
dormindo em velhos sonhos que sonhou
na alma a mágoa enorme, intensa, aguda
Mas é preciso morrer e nascer de novo
semear no pó e voltar a colher
há que ser trigo, depois ser restolho
há que penar para aprender a viver
e a vida não é existir sem mais nada
a vida não é dia sim, dia não
é feita em cada entrega alucinada
prá receber daquilo que aumenta o coração
Geme o restolho, a transpirar de chuva
nos campos que a ceifeira mutilou
dormindo em velhos sonhos que sonhou
na alma a mágoa enorme, intensa, aguda
Mas é preciso morrer e nascer de novo
semear no pó e voltar a colher
há que ser trigo, depois ser restolho
há que penar para aprender a viver
e a vida não é existir sem mais nada
a vida não é dia sim, dia não
é feita em cada entrega alucinada
prá receber daquilo que aumenta o coração
terça-feira, 24 de junho de 2008
Back to my runs
Já tenho o sensor novo (1ª compra na Apple Store Portuguesa), e voltei às minhas corridas. Apesar do tempo parado, a coisa não foi tão má como esperava...
Próxima compra vai ser uma corda de saltas. Mas não das cor-de-rosa...
Próxima compra vai ser uma corda de saltas. Mas não das cor-de-rosa...
quinta-feira, 12 de junho de 2008
Marchas de Lisboa!
Estou sentando confortavelmente em casa a ver as Marchas de Lisboa (Se não tivesse aulas amanhã era lá que estava...) e lembrei-me de partilhar uma coisa:
A Rita Ferro Rodrigues tem muita pinta!
Tenho dito.
A Rita Ferro Rodrigues tem muita pinta!
Tenho dito.
segunda-feira, 9 de junho de 2008
Quero um destes
domingo, 8 de junho de 2008
I am a little complex...
Para não dizer complicado... Mas hoje deu-me vontade de trabalhar a sério. Para mim, para o que me faz falta.
Mas antes, e para estarem preparados, tinha que avisar o auditório. Já não me tinha uma vontade destas faz umas semanas valentes.
Vou-lhe dar.
Mas antes, e para estarem preparados, tinha que avisar o auditório. Já não me tinha uma vontade destas faz umas semanas valentes.
Vou-lhe dar.
Pelo jogo, e porque falta pouco para dia 10
A Portuguesa
I
Heróis do mar, nobre povo,
Nação valente e imortal
Levantai hoje de novo
O esplendor de Portugal!
Entre as brumas da memória,
Ó Pátria, sente-se a voz
Dos teus egrégios avós
Que há-de guiar-te à vitória!
Às armas, às armas!
Sobre a terra, sobre o mar,
Às armas, às armas!
Pela Pátria lutar
Contra os canhões marchar, marchar!
II
Desfralda a invicta Bandeira,
À luz viva do teu céu!
Brade a Europa à terra inteira:
Portugal não pereceu
Beija o solo teu, jucundo,
O oceano, a rugir de amor,
E o teu Braço vencedor
Deu mundos novos ao mundo!
Às armas, às armas!
Sobre a terra, sobre o mar,
Às armas, às armas!
Pela Pátria lutar
Contra os canhões marchar, marchar!
III
Saudai o Sol que desponta
Sobre um ridente porvir;
Seja o eco de uma afronta
O sinal de ressurgir.
Raios dessa aurora forte
São como beijos de mãe,
Que nos guardam, nos sustêm,
Contra as injúrias da sorte.
Às armas, às armas!
Sobre a terra, sobre o mar,
Às armas, às armas!
Pela Pátria lutar
Contra os canhões marchar, marchar!
I
Heróis do mar, nobre povo,
Nação valente e imortal
Levantai hoje de novo
O esplendor de Portugal!
Entre as brumas da memória,
Ó Pátria, sente-se a voz
Dos teus egrégios avós
Que há-de guiar-te à vitória!
Às armas, às armas!
Sobre a terra, sobre o mar,
Às armas, às armas!
Pela Pátria lutar
Contra os canhões marchar, marchar!
II
Desfralda a invicta Bandeira,
À luz viva do teu céu!
Brade a Europa à terra inteira:
Portugal não pereceu
Beija o solo teu, jucundo,
O oceano, a rugir de amor,
E o teu Braço vencedor
Deu mundos novos ao mundo!
Às armas, às armas!
Sobre a terra, sobre o mar,
Às armas, às armas!
Pela Pátria lutar
Contra os canhões marchar, marchar!
III
Saudai o Sol que desponta
Sobre um ridente porvir;
Seja o eco de uma afronta
O sinal de ressurgir.
Raios dessa aurora forte
São como beijos de mãe,
Que nos guardam, nos sustêm,
Contra as injúrias da sorte.
Às armas, às armas!
Sobre a terra, sobre o mar,
Às armas, às armas!
Pela Pátria lutar
Contra os canhões marchar, marchar!
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